Tribunal de Justiça de MT

Magistrada do Grupo de Monitoramento do Sistema Carcerário visita fábrica em presídio feminino

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A juíza Célia Regina Vidotti, responsável pelo eixo Empregabilidade do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo de Mato Grosso (GMF/MT), realizou uma visita na Unidade Penitenciária Feminina Ana Maria Couto May, em Cuiabá, para averiguar os trabalhos da fábrica de transformadores elétricos dentro da referida unidade.
 
A pauta da empregabilidade é um dos eixos de atuação do GMF, que tem como objetivo promover a empregabilidade entre os presos provisórios de liberdade e os egressos do sistema prisional.
 
O projeto de instalação da fábrica dentro do presídio feminino Ana Maria Couto era um sonho e hoje é realidade, destaca a juíza Célia Vidotti.
 
“Nós, operadores de direito, nos sentimos extremamente felizes quando nos deparamos com a chance de ressocialização de pessoas privadas de liberdade. É muito gratificante vermos mulheres privadas de liberdade trabalhando e ela própria sustentando a família que ficou do lado de fora, pois a grande maioria tem filhos menores e são mãe solo. É emocionante quando encontramos estas mulheres realizando seu trabalho com empenho e responsabilidade, e, por isso, estarão preparadas para o retorno à sociedade. Assim, o trabalho não fará bem só para a egressa do sistema, mas sim, para toda a sociedade”, enfatiza a magistrada.
 
Conforme a diretora da unidade prisional, Jaqueline Aparecida Santi Ferreira, atualmente há 34 mulheres privadas de liberdade trabalhando extramuros; 61 mulheres trabalhando intramuros remuneradas e 62 na condição intramuros em remição.
 
A visita foi acompanhada pela diretora e pela subdiretora da unidade.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem: foto vertical colorida da visita. Várias pessoas estão em pé no barracão da fábrica, entre homens e mulheres e a juíza. Ao redor há equipamentos, pallets e caixas.
 
Mylena Petrucelli (Com informações GMF)
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJMT é destaque nacional em realização de audiências de conciliação

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Gráfico do Justiça em Números 2026 mostra o índice de conciliação nos processos de execução judicial dos Juizados Especiais e do Primeiro Grau nos Tribunais de JustiçaO Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) alcançou o maior índice de realização de audiências de conciliação entre os tribunais estaduais de médio porte e o segundo melhor desempenho dentre os 27 tribunais de Justiça do Brasil. O dado consta no relatório Justiça em Números 2026, elaborado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
De acordo com o documento, 54,4% dos casos novos distribuídos em 2025 em Mato Grosso passaram por audiência de conciliação. O número também é superior à média da Justiça Estadual, que foi de 29,5%. O índice demonstra que, sempre que possível, o TJMT oferece às partes a oportunidade de resolver conflitos por meio do diálogo, antes do prosseguimento do processo judicial.
Presidente do Poder Judiciário de Mato Grosso (TJMT), desembargador José Zuquim Nogueirade, um homem idoso, barba e cabelos brancos, de terno, com gravata de bolinhas, segurando um microfone e ao fundo um logo desfocado.“É um indicador que demonstra o compromisso do Tribunal de Justiça de Mato Grosso em incentivar a solução consensual dos conflitos, oportunizando que as partes construam acordos antes do prosseguimento da ação judicial. Isso torna a prestação jurisdicional mais ágil e próxima das necessidades da população”, avalia o presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira.
O resultado também reflete os investimentos realizados pelo TJMT na ampliação da estrutura voltada aos métodos consensuais de resolução de conflitos. Conforme o relatório, Mato Grosso conta atualmente com 50 Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs), unidades especializadas na realização de conciliações e mediações em diferentes regiões do estado.
A Justiça Estadual, considerando todos os estados, encerrou 2025 com 1.843 Cejuscs, consolidando uma política pública que vem sendo fortalecida ao longo dos últimos anos. Essas unidades têm papel fundamental na promoção do diálogo entre as partes, permitindo que muitos conflitos sejam solucionados de forma consensual, sem a necessidade de uma decisão judicial.
Segundo o CNJ, a expansão dos Cejuscs acompanha o fortalecimento da cultura da conciliação no Judiciário brasileiro. Além de contribuir para a redução da litigiosidade, a iniciativa estimula soluções construídas pelas próprias partes, preservando relações e proporcionando respostas mais rápidas aos cidadãos.

Autor: Bruno Vicente

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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