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Samu capacita 91 médicos que atuam em cinco municípios do Estado

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O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mantido pelo Governo do Estado em municípios da baixada cuiabana, capacitou 91 médicos que atuam especificamente em serviços dos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Juína, Tangará da Serra e Primavera do Leste.

O curso de Atendimento Pré-Hospitalar foi realizado em parceria com o Núcleo de Educação Permanente em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT). Foram ofertadas duas turmas para a capacitação, que ocorreu nos dias 19 e 20 de fevereiro (primeira turma) e 22 e 23 de fevereiro (segunda turma), na Universidade de Várzea Grande (Univag).

A capacitação foi realizada por profissionais do Samu de Cuiabá, sob a coordenação da enfermeira e mestra, Patrícia Ferreira. O objetivo era qualificar os profissionais com conhecimentos e habilidades, utilizando-se de técnicas específicas para o manejo dos pacientes em situação de urgência e emergência.

“Nosso foco era capacitar todos esses profissionais, de forma que os pacientes que recebam os primeiros atendimentos cheguem com segurança, o mais breve possível, na unidade de saúde mais próxima”, avaliou a secretária adjunta do Complexo Regulador da SES, Fabiana Bardi.

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Nos dias 24 e 25 de fevereiro, as equipes da Sala Reguladora do Samu também passaram por uma capacitação que envolveu médicos, técnicos auxiliares da regulação médica e radio operadores. “Estamos em busca da melhoria contínua em nosso Serviço e, para isso, estamos investindo em Educação Permanente”, concluiu Fabiana.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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