Antony Blinken (esquerda) e Benjamin Netanyahu (direita) falam após reunião em Israel
O governo dos Estados Unidos ficou “desapontado” após Israel anunciar que pretende aprovar a construição de 3,3 mil novas casas em assentamentos ilegais na Cisjordânia . Nesta sexta-feira (23), o secretário de Estados dos EUA, Antony Blinken , disse que o governo de Joe Biden reprova a expansão no território palestino.
“Tenho que dizer que estamos desapontados com o anúncio [das construções na Cisjordânia]. Isso apenas enfraquece, e não fortalece, a segurança de Israel. Nossa administração mantém uma firme oposição à expansão dos assentamentos”, declarou Blinken, em Buenos Aires, durante visita à Argentina.
Em entrevista coletiva, o representante do governo Biden ressaltou que a expansão é inconsistente com o direito internacional. “Tem sido uma política de longa data dos EUA, tanto sob administrações republicanas como democratas, que novos colonatos são inconsistentes para alcançar uma paz duradoura”, advertiu.
“Eles também são inconsistentes com o direito internacional. Nossa administração mantém firme oposição à expansão dos assentamentos. E, na nossa opinião, isto apenas enfraquece – e não fortalece – a segurança de Israel”, reforçou.
As declarações contrariam a política adotada pelos EUA sob o governo de Donald Trump. Em 2019, o então secretário de Estado, Mike Pompeo, comentou que “o estabelecimento de colonatos civis israelenses na Cisjordânia não é, por si só, inconsistente com o direito internacional”.
O anúncio de novas construções na Cisjordânia foi feito pelo ministro das Finanças do país, Bezalel Smotrich, nesta quinta-feira (22). Na ocasião, ele chamou a decisão de “uma resposta sionista apropriada” a um ataque a tiros que havia ocorrido na Cisjordânia.
Segundo Smotrich, a maioria das 3,3 mil unidades que seriam construídas está em áreas da Cisjordânia, a leste de Jerusalém, e outras ao sul da cidade palestina de Belém.
Para o Ministério das Relações Exteriores palestino, a decisão prejudica o debate de um cessar-fogo na guerra do Oriente Médio.
O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.
As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.
Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.
A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.
A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.
Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.
Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.
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