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Luis Claudio pede que Câmara analise dados do Hospital São Benedito

Publicado em

09/02/2024
Luis Claudio pede que Câmara analise dados do Hospital São Benedito
Na tribuna da sessão plenária desta quinta-feira (08.02), o vice-líder do executivo na Câmara, o vereador Luis Claudio (PP) falou sobre a situação do Hospital São Benedito, que era de portas fechadas e atendia apenas com internações via regulação.
Conforme o parlamentar, é preciso analisar os dados que apontam o aumento no número de mortes na unidade e se a decisão de transformar em porta aberta, na época da intervenção, pode ter contribuído para a elevação de óbitos. A decisão de mudar a forma de atendimento do hospital foi do Gabinete de Intervenção, que comandou a saúde na capital até dezembro de 2023.
“Essa Casa precisa se debruçar sobre os dados, que são graves. O grande questionamento é se ele tinha condições de receber pacientes em estado clínico grave, com aneurisma, com AVC, com essas enfermidades clínicas porque quando ele era fechado. A regulação estava nas mãos do Estado, não havendo a participação de servidores do município na regulação. Ou seja, o Estado regula todo o sistema, traz pacientes do interior”.
O vereador citou a visita do Tribunal de Contas do Estado (TCE) na unidade e que recomendou que a regulação dos pacientes precisa ter uma participação efetiva dos servidores do município.
O vereador Ricardo Saad (PSDB) pediu o aparte e comentou que esteve com o vereador Wilson Kero Kero (Podemos), presidente da Comissão de Saúde da Câmara, para fiscalizar o Hospital São Benedito na época da intervenção, mas foram impedidos de entrar, mesmo Saad que também é médico.
O vereador Ricardo Saad (PSDB) pediu o aparte e comentou que esteve com o vereador Wilson Kero Kero (Podemos), presidente da Comissão de Saúde da Câmara, para fiscalizar o Hospital São Benedito na época da intervenção, mas foram impedidos de entrar, mesmo Saad que também é médico.
Luis Claudio também falou sobre os resultados da federalização da investigação da Operação Espelho e, por consequência, também foi federalizada a Operação Capistrum, que culminou no afastamento do prefeito do cargo em 2021.
“O STJ decidiu que a famosa operação Capistrum, que gerou três operações aqui contra o prefeito da capital, já não cabe mais ao Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso continuar com o processo. Está a nível federal e a gente espera a isenção desse julgamento, dessa operação Capistrum, que tantos vereadores daqui usaram a tribuna para falar dessa operação”.
AGENDA – Em uma extensa agenda, o vereador Luis Claudio ainda participou, na quinta-feira à tarde, da coletiva de imprensa do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, que declarou estado de calamidade pública na saúde, após resultados negativos da intervenção e aumento do número de mortes. Na sequência, o parlamentar ainda cumpriu outra agenda em uma reunião com o secretário de Saúde de Cuiabá, Deiver Alessandro Teixeira e uma comissão dos assistentes sociais do município, que reivindica a volta das 30 horas de trabalho. À noite, prestigiou a entrega da obra de requalificação e duplicação da Avenida Dante Martins de Oliveira, a antiga Avenida dos Trabalhadores.
Da Assessoria – Sandra Costa

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Boletim aponta queda nos casos de dengue e chikungunya em Cuiabá em 2026

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), divulgou o Boletim Epidemiológico nº 24/2026, com dados atualizados sobre a situação das arboviroses no município. O levantamento, elaborado pela Diretoria de Vigilância em Saúde, mostra uma redução nas médias semanais de casos de dengue e chikungunya ao longo de 2026, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Na 25ª Semana Epidemiológica, Cuiabá registrou nove casos notificados de dengue e três de chikungunya. No acumulado do ano, a média semanal de notificações de dengue caiu de 75,6 casos em 2025 para 51,8 em 2026. Já a chikungunya apresentou uma redução ainda mais significativa, passando de 434,9 notificações semanais no ano anterior para apenas 4,8 neste ano.

Até 2 de julho de 2026, o município contabilizou 1.295 notificações de dengue, das quais 568 foram confirmadas. Houve um óbito confirmado pela doença e outro permanece em investigação. A incidência é de 70,5 casos por 100 mil habitantes, considerando apenas os casos autóctones.

Em relação à chikungunya, foram registradas 121 notificações e 115 confirmações, sem óbitos. A incidência da doença é de 7,8 casos por 100 mil habitantes. Já a zika contabilizou oito notificações, com três casos confirmados e incidência de 0,4 por 100 mil habitantes.

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Além do monitoramento epidemiológico, a Secretaria Municipal de Saúde mantém ações permanentes de combate ao mosquito Aedes aegypti. Desde o início do ano, as equipes de vigilância realizaram vistoria em 574.889 imóveis em toda a capital.

Durante as inspeções, foram realizados tratamentos em 60.826 imóveis, 68.063 depósitos com água receberam tratamento adequado e 17.104 depósitos considerados de risco foram eliminados de forma definitiva.

A secretária municipal de Saúde, Lúcia Helena Barboza Sampaio, destaca que os indicadores demonstram o impacto das ações de vigilância, mas reforça que a prevenção continua sendo responsabilidade compartilhada entre o poder público e a população.

“A redução dos casos é um resultado importante, fruto do trabalho contínuo das equipes de vigilância e da atenção básica. No entanto, o combate ao mosquito precisa ser diário. A maior parte dos criadouros ainda está dentro das residências, por isso contamos com o apoio da população para eliminar qualquer recipiente que possa acumular água”, afirmou.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a principal forma de prevenção continua sendo a eliminação dos criadouros do mosquito. A orientação é manter quintais limpos, eliminar recipientes que possam acumular água, tampar caixas d’água e realizar inspeções frequentes em calhas, vasos de plantas, pneus e outros objetos.

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Outra medida importante é a vacinação contra a dengue. A vacina Qdenga está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, conforme o calendário do Ministério da Saúde, sendo aplicada em duas doses.

Em caso de sintomas como febre, dores no corpo, dor de cabeça, manchas na pele ou dor intensa nas articulações, a recomendação é procurar imediatamente uma unidade de saúde para avaliação médica, evitando a automedicação. A identificação precoce da doença contribui para o tratamento adequado e reduz o risco de complicações.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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