Militares de Israel usavam jalecos, máscaras cirúrgicas, levavam cadeiras de rodas e se disfarçaram de mulheres palestinas para entrar no hospital
Soldados israelenses se disfarçaram de profissionais de saúde, mulheres palestinas e pessoas com deficiência para passarem despercebidos ao invadir o hospital Ibn Sina, na cidade de Jenin, na Cisjordânia. O objetivo da missão secreta era matar três integrantes do Hamas, líderes das brigadas Al-Qassam (o “braço” armado do grupo extremista).
O momento da invasão ao hospital foi registrado por câmeras de segurança. Nelas, é possível ver quando 12 pessoas, todas disfarçadas, entram carregando armas na unidade de saúde. Um deles levava um rifle num braço e uma cadeira de rodas dobrada no outro, enquanto usava uma máscara cirúrgica.
Forças especiais israelenses, disfarçados de médicos e enfermeiros, entraram no hospital Ibn Sina, em Jenin, na Cisjordânia, onde eliminaram 3 terroristas do Hamas. Não sabemos se os 3 terroristas estavam se escondendo no hospital ou apenas recebendo algum tipo de tratamento. pic.twitter.com/StMxkZvKTE
Os militares disseram ter matado Mohammed Jalamneh, que estaria planejando um ataque iminente; e os irmãos Basel e Mohammed Ghazawi, que estariam escondidos no hospital e envolvidos em ataques, de acordo com o exército de Israel.
Segundo Israel, os alvos eram terroristas do Hamas que preparavam ataques usando o hospital como esconderijo. Os militares que participaram da ação dizem que encontraram túneis subterrâneos do Hamas nas proximidades de hospitais, e afirmaram que apreenderam armas e veículos usados no ataque de 7 de outubro nas dependências do hospital.
O porta-voz do Hospital Ibn Sina, Tawfiq al-Shobaki, disse que não houve troca de tiros. “O que aconteceu é sem precedentes. Nunca houve um assassinato dentro de um hospital. Houve prisões e agressões, mas não um assassinato.” Tawfiq al-Shobaki também disse que um dos mortos na operação, Basel Ghazawi, estava hospitalizado desde outubro com paralisia parcial.
O Ministério da Saúde da Palestina disse que as forças israelenses abriram fogo nas enfermarias do hospital, e condenou o ataque enquanto fazia um apelo à comunidade internacional, para que pressione os militares israelenses a suspenderem a realização de operações em hospitais.
O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.
As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.
Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.
A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.
A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.
Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.
Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.
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