Em nota enviada ao Portal iG , o MPSP informou que os autos do processo foram enviados ao órgão neste mês de janeiro e partir de então, resolveu solicitar diligências complementares, mas não especificou o que motivou o pedido ou quais novos dados são necessários.
“O MPSP informa que os autos foram remetidos ao Ministério Público no mês de janeiro e que foram requisitadas diligências complementares à autoridade policial.”, disse o MPSP.
A reportagem entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública (SSP/SP), questionando o andamento da investigação. Em nota, a SSP/SP respondeu:
“A Polícia Civil esclarece que todas as medidas referentes ao caso foram tomadas no curso da investigação pelo 8° Distrito Policial (Brás). No dia 11 de janeiro deste ano, o IP retornou à unidade policial, para cumprimento de cota ministerial. Estão em andamento a oitiva dos responsáveis da vítima e os laudos, solicitados ao IC e ao IML, que seguem em elaboração. Tão logo finalizados, serão analisados pela autoridade policial e anexados aos autos do inquérito.”
Relembre o caso
João Allisson foi encontrado morta dentro de uma van escolar na Mooca, zona Leste de São Paulo. O caso aconteceu nesta segunda-feira (18). A vítima era uma menino, que foi esquecido pela condutora do veículo, no momento em que ela deixava um grupo de crianças na mesma escola em que ele deveria ter ficado.
No mesmo dia, a motorista foi detida em flagrante e conduzida para o 6º DP, no bairro da Cambuci.
A criança foi achada embaixo de um dos bancos da van escolar, pela própria motorista, horas depois.
Em depoimento a Polícia, a mulher disse que deixou um grupo de crianças na escola, estacionou o veículo no quarteirão e foi realizar outras atividades. Quando foi buscar os estudantes, a motorista viu que o menino não estava na escola. Foi então que ele passou a procurar a criança e a encontrou dentro da van, já no final da tarde. Ela mesma acionou a PM.
Policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) estão no conjunto de favelas da Maré, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (13), para uma nova ação contra a lavagem de dinheiro do tráfico na região. A Polícia Militar e a Secretaria Municipal de Ordem Pública também participam da operação.
É a terceira fase da operação com o objetivo de dar continuidade às demolições de imóveis construídos pela organização criminosa, especialmente na comunidade do Parque União.
Empreendimentos
Conforme as investigações, há anos os criminosos usam a localidade para a construção e abertura de empreendimentos e, dessa forma, conseguem lavar o capital obtido com a venda de drogas. “Os agentes apuraram ainda a participação de funcionários de órgãos representativos da comunidade no esquema”, informou a Polícia Civil, em nota.
Na operação de hoje, os policiais recuperaram na Maré uma carga que havia sido roubada. Na terça-feira passada (13), durante a fase anterior da ação, a polícia localizou um apartamento de luxo usado por traficantes. O imóvel foi demolido.
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