A Força Aérea Brasileira (FAB) afirmou que as investigações sobre o helicóptero que estava desaparecido há 12 dias e foi encontrado nesta sexta-feira (12) em Paraibuna (SP) seguem em andamento, e serão concluídas no “menor prazo possível”.
“[A celeridade da investigação] depende sempre da complexidade de cada ocorrência e, ainda, da necessidade de descobrir os possíveis fatores contribuintes”, afirma a FAB.
O helicóptero de matrícula PR-HDB estava sendo procurado desde o dia 31 de dezembro. A FAB destacou um SC-105 Amazonas e um H-60 Black Hawk, com um esforço de mais de 135 horas de voo, para o resgate da aeronave, que levava quatro pessoas.
A FAB explica que inicialmente foram “utilizadas técnicas específicas, conduzidas por pessoal qualificado e credenciado, que realiza a coleta e confirmação de dados, a preservação de indícios, a verificação inicial de danos causados à aeronave, ou pela aeronave, e o levantamento de outras informações necessárias ao processo de investigação.”
A busca pela aeronave teve uma ação conjunta. Investigadores do Quarto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, do Quinto Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (5º/8º GAV) – Esquadrão Pantera, de Santa Maria (RS) e do Segundo Esquadrão do Décimo Grupo de Aviação (2º/10º GAV) – Esquadrão Pelicano, de Campo Grande (MS) se juntaram na busca.
Segundo a Polícia Militar, as quatro pessoas que estavam a bordo morreram no acidente. Luciana Rodzewics, de 45 anos, e sua filha, Letícia Ayumi Rodzewics Sakumoto, de 20 anos, estão entre as vítimas. Além delas, um amigo da família que foi convidado para o passeio de helicóptero, Raphael Torres, e o piloto da aeronave, Cassiano Tete Teodoro, de 44 anos, faleceram.
Policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) estão no conjunto de favelas da Maré, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (13), para uma nova ação contra a lavagem de dinheiro do tráfico na região. A Polícia Militar e a Secretaria Municipal de Ordem Pública também participam da operação.
É a terceira fase da operação com o objetivo de dar continuidade às demolições de imóveis construídos pela organização criminosa, especialmente na comunidade do Parque União.
Empreendimentos
Conforme as investigações, há anos os criminosos usam a localidade para a construção e abertura de empreendimentos e, dessa forma, conseguem lavar o capital obtido com a venda de drogas. “Os agentes apuraram ainda a participação de funcionários de órgãos representativos da comunidade no esquema”, informou a Polícia Civil, em nota.
Na operação de hoje, os policiais recuperaram na Maré uma carga que havia sido roubada. Na terça-feira passada (13), durante a fase anterior da ação, a polícia localizou um apartamento de luxo usado por traficantes. O imóvel foi demolido.
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