AGRONEGÓCIO

Mato Grosso mantém crescimento acima da média nacional, revela IBGE

Publicado em

No cenário econômico nacional de 2021, Mato Grosso se destacou ao conquistar a 11ª posição no Produto Interno Bruto (PIB) do país, per capita, registrando uma média de R$ 65.426,10 por habitante. Esse valor superou significativamente a média nacional, que foi de R$ 42.247,52 por pessoa, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O PIB per capita representa a totalidade da riqueza gerada pelo estado dividida pelo número de habitantes, sem levar em consideração as discrepâncias sociais.

O crescimento expressivo do PIB brasileiro, atingindo a marca de R$ 9 trilhões e um aumento de 4,8% em volume após a queda de 2020, foi um alento para a economia, sobretudo após os impactos negativos da pandemia de COVID-19.

Dentre os setores econômicos, a Agropecuária se manteve estável em volume, enquanto a Indústria e os Serviços registraram crescimentos de 5,0% e 4,8%, respectivamente.

Além disso, o PIB per capita de Mato Grosso atingiu R$ 65.426,10, colocando-o como o segundo maior do país, atrás apenas do Distrito Federal, evidenciando um índice econômico expressivo.

Leia Também:  Mercado trava no fim de 2025 com preços apertados e produtor segurando venda

Pelo segundo ano consecutivo, o PIB de Mato Grosso cresceu e o estado avançou no ranking nacional, devido ao ganho relativo da agropecuária. De 2002 a 2021, o PIB de Mato Grosso em volume teve a segunda maior variação positiva, de 4,5% ao ano, enquanto o PIB em volume do Brasil teve aumento médio de 2,1% ao ano. Tocantins aparece com a maior variação positiva, de 4,7%. Com isso, no período de 19 anos, o Estado subiu quatro posições na participação percentual no PIB brasileiro passando de 15º para a 11ª colocação.

“Mato Grosso mostrou um aumento consistente na variação em volume do PIB nos anos anteriores (2,0% em 2018, 1,9% em 2019 e 2,3% em 2020), e em 2021 esse crescimento foi ainda mais notável, atingindo 2,6%%. O estado experimentou um crescimento notável em sua variação acumulada do PIB ao longo do período de 2002 a 2021, aumentando de 1,3% para 2,6%. A média anual de crescimento do PIB de Mato Grosso ao longo desses 19 anos foi de 4,5%, segunda melhor média nacional, atrás apenas de Tocantins (4,7%)”, concluiu o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda.

Leia Também:  Sine Municipal disponibiliza 320 vagas nesta semana e salários podem chegar até R$ 3 mil mensais

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Governo abre crédito de R$ 550 milhões para subsidiar importação de diesel

Published

on

O governo federal publicou nesta segunda-feira (29.06), a Medida Provisória (MP) nº 1.349, que autoriza a abertura de crédito extraordinário de R$ 550 milhões para o subsídio à importação de óleo diesel rodoviário.

Os recursos, sob gestão do Ministério de Minas e Energia e execução da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), têm como finalidade assegurar o abastecimento do combustível no mercado interno e reduzir a pressão de preços sobre o setor de logística e transporte.

A medida impacta diretamente a estrutura de custos do agronegócio. Como o óleo diesel representa parcela expressiva das despesas com escoamento da safra e mecanização, a entrada desses recursos visa mitigar a volatilidade das cotações internacionais que vinha encarecendo o frete rodoviário. O aporte de R$ 550 milhões foi classificado como despesa primária, utilizando o mecanismo de crédito extraordinário previsto na Constituição para situações de urgência e imprevisibilidade.

O subsídio, contudo, gera efeitos colaterais na economia. Analistas do mercado financeiro indicam que a utilização de verbas extraordinárias para intervenção direta no preço de combustíveis pressiona o resultado das contas públicas e pode gerar distorções na formação de preços pelos importadores.

Leia Também:  Fortaleza goleia Nacional Potosí na Copa Sul-Americana

Para o produtor rural, a medida funciona como um mecanismo de contenção temporária de preços, sem, contudo, alterar os fundamentos de precificação do combustível no mercado global, que permanece atrelado ao câmbio e ao valor do barril de petróleo.

A eficácia do repasse final ao consumidor dependerá dos critérios de distribuição estabelecidos pela ANP. O setor produtivo permanece sob alerta em relação à perenidade da oferta e ao risco de que a medida, ao ser exaurida, resulte em um reajuste de preços para compensar o fim do subsídio governamental.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA