Lucas do Rio Verde

30 toneladas de lixo eletrônico são recolhidos somente neste ano

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Nesta sexta-feira (24), mais 2.840 quilos de equipamentos eletrônicos foram levados para Cuiabá, onde o material terá uma nova destinação. A campanha de recolhimento de lixo eletrônico é realizada pela Prefeitura de Lucas do Rio Verde e Rotary Club.

A inciativa existe desde 2018 e a cada três meses uma carga de resíduos sai do município. Todo o valor arrecadado com a venda é destinado ao Hospital de Câncer de Mato Grosso, que trata pacientes oncológicos de todo o estado.

Estão na lista materiais como: impressoras, televisores, cabos e fios, controle remoto, computadores, telefones, máquina de contar dinheiro entre outros equipamentos.

Tudo estava armazenado em um contêiner, no Horto Municipal. “Separamos esse material, ele é encaminhado para fora, depois é vendido e parte do dinheiro é destinado ao Hospital de Câncer. Além de ter uma ação totalmente ambiental, onde a gente faz a destinação correta, também cumprimos a parte social, destinando esse recurso para o Hospital de Câncer de MT”, salienta o supervisor técnico e biólogo da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, Felipe Palis.

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A ação faz parte do projeto de gestão de resíduos de Lucas do Rio Verde, permitindo destinação correta de materiais eletrônicos. “A gente tem alguns componentes que são até perigosos dentro do material eletrônico. Então se não destinados adequadamente, eles acabam indo para locais onde não tem o devido tratamento. Com isso, os equipamentos acabam se deteriorando, infiltram no lençol freático e contaminam o solo”, explica o servidor.

Para o Rotary Club, o saldo anual das coletas tem sido positivo. “Nós temos enviado em torno de 30 toneladas de lixo eletrônico por ano para reciclagem. Estamos tirando o que iria para o lixão e assim reciclando e salvando a natureza”, acrescenta José Henrique Hasse, membro do Rotary.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Agricultores luverdenses participam de oficina para elaboração do Plano Municipal da Agricultura Familiar

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Agricultores familiares de diferentes comunidades, representantes do Sebrae, Empaer, Cooperativa Luverdense de Agricultores Familiares (Cooperlaf), Sicredi e demais instituições participaram, na manhã desta sexta-feira (4), da Oficina de Elaboração do Plano Municipal da Agricultura Familiar.

O encontro é uma das etapas para a construção do documento que irá estabelecer diretrizes e ações para o desenvolvimento da agricultura familiar em Lucas do Rio Verde. A elaboração do plano é precedida por um diagnóstico do setor no município e, nesta etapa, busca reunir produtores e demais atores para levantar demandas e propostas.

O prefeito Miguel Vaz participou da abertura da oficina e destacou a importância de ouvir os agricultores para definir os avanços que precisam ser colocados em prática.

“É um momento importante de colher as informações e as demandas. Já temos um diagnóstico de onde estamos e, agora, essa etapa é justamente para ouvir as demandas. Os cinco eixos vão colher essas informações, que depois serão avaliadas e encaminhadas para aprovação”, explicou.

(Foto: Ascom Prefeitura/Anderson Lippi)

O prefeito também ressaltou a necessidade de fortalecer a capacidade de geração de renda no campo, especialmente por meio da agregação de valor à produção.

“Como eu sempre costumo dizer, a agricultura familiar não pode só produzir; além de produzir, tem que ter rentabilidade. Uma das formas inteligentes é processar aquilo que é produzido lá, por meio da pequena agroindústria. Isso agrega valor à produção e fortalece a agricultura familiar”, ressaltou.

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Cinco eixos

Durante a oficina, os participantes trabalharam cinco eixos que nortearão a elaboração do plano: Sustentabilidade; Agregação de Valor e Comercialização; Assistência Técnica e Extensão Rural; Regularização Ambiental e Fundiária; e Governança e Controle Social.

De acordo com o secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Felipe Palis, a participação dos agricultores é fundamental para que o documento seja construído de forma democrática e alinhada à realidade do município.

“Daqui vão sair ideias e propostas para que a gente possa compilar e trazer para dentro do plano e, claro, pensar na agricultura familiar nos próximos 10, 20 ou 30 anos aqui no município”, destacou.

(Foto: Ascom Prefeitura/Anderson Lippi)

Felipe também lembrou que a agricultura familiar vem ampliando sua participação na economia local. “O agricultor já deixou de ser um agricultor de subsistência. Hoje, a gente chama o produtor da agricultura familiar de um empresário do campo. Ele vende na merenda escolar, está no comércio atacadista e varejista, participa dos programas de aquisição de alimentos e está se organizando em associações e cooperativas”, observou.

Entre os temas que serão contemplados pelo plano estão a regularização fundiária das propriedades, a assistência técnica e extensão rural, a agroindustrialização, além de ações voltadas à comercialização e ao fortalecimento da produção.

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A oficina foi conduzida pelo consultor do Sebrae, Carlos Eduardo Carvalho. Segundo o consultor, a participação dos agricultores é essencial para que o plano reflita as necessidades reais de quem está no campo.

“O objetivo é atender o produtor da melhor maneira possível, considerando os recursos disponibilizados pelos órgãos públicos. Esse levantamento envolve infraestrutura, logística, estradas, certificações, selos, agregação de valor e comercialização”, explicou.

Carlos avalia que o fortalecimento da agricultura familiar passa pelo equilíbrio entre os aspectos ambiental, econômico e social. “Tudo isso é feito para que essas famílias possam, de alguma maneira, ser sustentáveis no campo. A parte econômica também é um chamativo para a sucessão e a parte social é importante para que esses pequenos produtores possam permanecer no campo”, destacou.

A elaboração do plano também atende a uma exigência do Estado relacionada ao Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF), e tem como principal objetivo estabelecer diretrizes que atendam às necessidades dos agricultores familiares do município.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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