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Judiciário de MT conhece soluções de Inteligência Artificial da Corregedoria de Pernambuco

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Com objetivo de colher informações e analisar as soluções de Inteligência Artificial (IA) implantadas com sucesso pelo Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco (TJPE), o corregedor-geral do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (CGJ-TJMT), desembargador Juvenal Pereira da Silva, acompanhado pelo juiz auxiliar, Emerson Luís Pereira Cajango e o coordenador CGJ-TJMT, Flávio de Paiva, realizou visita técnica à sede da Corte pernambucana, em Recife (PE).
 
A comitiva ainda contou com a juíza auxiliar da Presidência do TJMT e coordenadora do Laboratório de Inovação (Inovajus-MT), Viviane Brito Rebello, e o servidor, Pablo Marquesi. Os integrantes do Poder Judiciário de Mato Grosso foram recepcionados pelo corregedor-geral de Justiça de Pernambuco, desembargador Ricardo Paes Barreto, pela juíza assessora especial da Corregedoria, Roberta Viana Jardim e o servidor da equipe de Tecnologia da CGJ-PE, Rodrigo Medeiros nesta segunda (30).
 
Na terça-feira (31), os mato-grossenses retornam à Cuiabá e na bagagem trazem conhecimentos sobre soluções de IA que colaboram para uma melhoria na prestação do serviço à sociedade. “O intuito com a nossa visita é conhecer novos recursos e otimizar processo internos de trabalho mediante a adoção de novas ferramentas tecnológicas, em especial ferramentas de inteligência artificial. E após pesquisa realizada pela equipe técnica da CGJ-TJMT, identificamos no TJPE os mecanismos ‘Elis’ e ‘Expedito’, que são duas soluções que atuam diretamente na melhoria da prestação jurisdicional”, destacou o corregedor, desembargador Juvenal Pereira.
 
O corregedor-geral também agradeceu a recepção do corregedor de Pernambuco, dos juízes auxiliares e servidores. “Todos estão nos atendendo e tratando muito bem. Fomos acolhidos neste belo estado”, disse.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagens: Foto 1 – Da esquerda para a direita o juiz auxiliar, Emerson Cajango, o corregedor, desembargador Juvenal Pereira, o corregedor, desembargador Ricardo Paes e a juíza assessora Roberta Viana estão sentados em sofás e conversam.
 
Larissa Klein 
Assessoria de Comunicação CGJ-MT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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