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Projeto Nosso Judiciário leva informação sobre direitos e deveres a alunos de Várzea Grande

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O projeto Nosso Judiciário, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), realizou nesta sexta-feira (27), na Escola Estadual Professor Vanil Stabilito, no bairro Centro Sul, em Várzea Grande, uma palestra com 300 alunos do ensino fundamental e médio sobre como funcionam a Poder Judiciário de Mato Grosso. Os alunos receberam exemplares da cartilha como funciona, os ‘Juizados Especiais’. 
 
A palestra foi ministrada pelo servidor do TJMT, Neifi Feguri, que abordou diversos casos do cotidiano que podem ser casos de processos judiciais. Explicou também o que é um Juizado Especial, Juizado Especial Cível e o Juizado Especial Criminal. 
 
A coordenadora da Escola Estadual Professor Vanil Stabilito, Ana Carolina Andrade Leones, destacou que a realização da palestra oportuniza que os jovens tenham “acesso à informação, como funciona a estrutura do Judiciário de Mato Grosso, garantido que todos eles possam saber o qual o seu direito e onde recorrer para pedir ajuda”. 
 
Além disso, também foi ensinado aos alunos temas relativos à cyberbullying, injúria racial, importunação sexual, omissão de socorro, direitos do consumidor, falsificação de documentos, tráfico de drogas e crimes ambientais.  
 
A estudante Ana Clara Rodrigues Carvalho, do 9° ano, que assistiu a palestra sobre direito pela primeira vez, ficou impressionada com vasto conhecimento obtido.  “Achei muito interessante, espero que possamos ter mais palestras como essa, isso é muito bom para nossa comunidade escolar, isso ajuda no processo de construção do nosso conhecimento.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual. Imagem 1:fotografia mostra os alunos sentados em cadeiras assistindo a explicação do tecnico do Poder Judiciário. Imagem2: na fotografia apecere uma estudante folheando a cartilha. 
 
Carlos Celestino
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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