AGRONEGÓCIO

Congresso de mulheres vai divulgar pesquisa sobre como a Europa vê o agronegócio brasileiro

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Termina nesta quinta-feira (26.10), em São Paulo, o 8º Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio (CNMA). No encerramento os organizadores prometem divulgar os resultados da pesquisa “Percepção do Agronegócio Brasileiro na Europa”,  realizada no Reino Unido, França, Alemanha e República Tcheca, para entender como cidadãos, jornalistas e distribuidores europeus veem o agronegócio brasileiro.

A pesquisa foi conduzida pela consultora europeia OnStrategy, com coordenação da Biomarketing, patrocínio da Serasa Experian e apoio da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG).

Essa perspectiva é fundamental, não apenas para a cadeia do agronegócio, mas também para os consumidores e empresas, que valorizam a responsabilidade socioambiental e a origem dos produtos.

Segundo os organizadores, a pesquisa é fundamental para toda a cadeia do agronegócio, desde produtores e exportadores até logísticas, revendas e tradings.

No contexto atual, a importância da responsabilidade socioambiental e da origem dos produtos é cada vez mais relevante, com muitos países europeus estabelecendo critérios rigorosos para a importação de produtos brasileiros.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Risco de geada faz mercado internacional de café operar em alta

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O mercado internacional de café abriu a semana com uma correção de preços impulsionada pelo prêmio de risco climático. A possibilidade de formação de geada nas áreas produtoras de arábica — Sul de Minas Gerais, Mogiana Paulista e Paraná — desencadeou um movimento de cobertura de posições por parte de fundos de investimento, elevando os contratos futuros nas bolsas de Nova York e Londres.

O arábica, cotado na Bolsa de Nova York, encerrou o último pregão com valorização, atingindo o equivalente a R$ 41,48 por quilo. O café conilon, negociado na Bolsa de Londres, também acompanhou a trajetória de alta, fechando o contrato de julho cotado a R$ 21,01 por quilo (considerando a cotação de R$ 5,17).

Análise de fundamentos:

  • Gestão de risco: O mercado incorporou o temor de geada como fator de volatilidade de curto prazo. A sensibilidade dos fundos às previsões meteorológicas é o motor atual dos preços.

  • Oferta: Independentemente da variação de temperatura, a sustentação das cotações permanece ancorada no cenário de oferta global restrita. O movimento de alta atual reflete o ajuste do mercado a um patamar de preço que compensa a escassez de produto.

  • Estratégia do produtor: Analistas indicam que a volatilidade deve perdurar até a consolidação dos dados sobre eventuais danos às lavouras. A recomendação técnica é de cautela na comercialização: enquanto a alta for movida estritamente pela especulação climática, o mercado está sujeito a correções rápidas; caso o frio confirme perdas reais de produtividade, a tendência de alta se consolida como um novo patamar estrutural de preços.

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O mercado físico no Brasil mantém a cautela. Produtores e tradings monitoram o comportamento das temperaturas nas próximas 48 horas como balizador para novas negociações. O cenário de preços segue atrelado à capacidade da safra brasileira em atender à demanda global, com o risco climático atuando como o principal limitador de oferta no curtíssimo prazo.

Fonte: Pensar Agro

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