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Polícia Penal prende 19 mulheres e impede entrada de mais de 5 quilos de maconha na PCE

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Equipes da Polícia Penal detiveram, neste domingo (22.10), 19 mulheres suspeitas de tráfico de drogas, e impediram a entrada de 5,8 quilos de maconha na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá.

As visitantes estavam com as porções de entorpecentes, a maior parte maconha, escondidas nas partes intimas, o que foi detectado durante a revista pessoal pelo equipamento de inspeção corporal (body scan).

Todas elas, conforme apuração do serviço de inteligência, portavam carteira falsa de visitante, ou seja, o documento que apresentaram não havia sido emitido seguindo as exigências legais do sistema prisional.

Além dessas mulheres, três adolescentes, de 15, 16 e 17 anos, também foram apreendidas tentando entrar na unidade utilizando documentos falsos.

Em ambas as situações, a droga, documentação e as suspeitas foram conduzidas para unidades da Polícia Judiciária Civil (PJC) para adoção das medidas e encaminhamentos previstos em leis.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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