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Pesquisas do Laboratório Central do Estado são apresentadas no maior evento de medicina tropical do mundo

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Servidores do Laboratório Central do Estado de Mato Grosso (Lacen-MT) apresentaram 11 trabalhos no maior evento multidisciplinar de medicina tropical da américa latina, o Medtrop 2023, realizado entre os dias 10 e 13 de setembro em Salvador (BA). O evento foi organizado pela Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT) e contou com a participação de técnicos e especialistas do Brasil e do mundo.

Os trabalhos apresentados pelo Lacen-MT englobam as áreas de Vigilância Laboratorial e Inovação Tecnológica. Na oportunidade, a equipe de Mato Grosso também fez visita técnica ao Lacen da Bahia, para conhecer as instalações da unidade e trocar experiências sobre o trabalho ofertado.

Para a diretora do Lacen-MT, Elaine Cristina de Oliveira, o evento e a visita possibilitarão o aprimoramento dos serviços prestados pelo laboratório.

“Foram dias de intenso aprendizado e troca de experiências com diversos profissionais de outras instituições, que possibilitarão um diferencial na rotina de trabalho do laboratório. O Lacen-MT está em constante busca por melhorias e tem realizado diversas ações que vão desde aquisições de equipamentos e insumos de ponta, até qualificação dos nossos profissionais”, avaliou.

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Durante o evento, foram apresentados trabalhos sobre infecção por vírus sincicial respiratório em crianças em Mato Grosso; implantação de núcleo resposta rápida laboratorial; perfil epidemiológico dos arbovírus em Mato Grosso na perspectiva da vigilância laboratorial; Covid-19 em Mato Grosso e o perfil dos casos de crianças notificadas com suspeita de monkeypox no Estado.

A equipe do Lacen-MT ainda apresentou estudos sobre o perfil epidemiológico de monkeypox em Mato Grosso, e ainda: a caracterização e relevância epidemiológica dos riscos biológicos aerossol em filtros de ar condicionado de automóveis leves e pesados: uma questão ambiental e de saúde pública; vigilância Genômica de Arbovírus em um estado da região amazônica; influenza em Mato Grosso: uma abordagem de Vigilância Genômica, além do trabalho sobre sequenciamento do Sars-Cov-2 e vigilância epidemiológica.

Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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