Mark Dickey ficou preso na caverna por cerca de 10 dias
O espeleólogo americano, Mark Dickey, de 40 anos, foi resgatado nesta terça-feira (12) da caverna de Morca, no sul da Turquia . Ela é considerada a terceira mais profunda do país, atingindo uma profundidade de 1,3 quilômetros. Dickey passou cerca de 10 dias presos no local, em uma profundidade de 1.040 metros.
O cientista estava mapeando o sistema cavernoso junto a um grupo de pesquisadores, montanhas de Taurus. No dia 2 de setembro, em uma das expedições, ele teve uma hemorragia intestinal . A causa ainda não foi divulgada. Ele teve que ser retirado do local de maca, sendo levado direto para o hospital regional, onde segue recebendo atendimento médico.
O resgate aconteceu por volta das 12h37 no horário local. Quando chegou à superfície, Dickey agradeceu o governo turco por ter salvado a vida com a rápida resposta, além de fazer um cumprimento à comunidade espeleológica internacional e às equipes de resgate. As informações são do jornal The Guardian.
Mais de 190 especialistas de sete países estiveram ligados no resgate de Dickey. A subida do cientista era complicada, devida as passagens estreitas e o gotejar de água que tinha no local. A equipe percorreu câmaras subterrâneas escuras , com temperaturas que variavam entre 4 e 6ºC.
Na subida, a equipe teve que fazer paradas para que Dickey recebesse descanso e tratamento médico, segundo a ABC News. Ao todo, foram três dias de resgate. Ele iniciou após os médicos que administravam os fluidos intravenosos confirmar que Dickey estava apto para fazer a subida.
Algumas das passagens tiveram que ser alargadas pela equipe de resgate, além da instalação de cordas e acampamentos temporários no caminho.
A Associação Europeia de Resgate em Cavernas publicou nas redes sociais que foi uma “enorme gratidão aos muitos socorristas de sete países diferentes que contribuíram para o sucesso desta operação de resgate em cavernas”. Dickey é um dos integrantes da associação.
O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.
As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.
Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.
A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.
A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.
Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.
Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.
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