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Mais de 1,3 mil servidores de 28 secretarias concorrem ao Prêmio de Eficiência e Inovação do Governo de MT

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Mais de 1,3 mil servidores de 28 órgãos e entidades se inscreveram no Prêmio de Eficiência e Inovação, lançado pelo Governo de Mato Grosso. Com prêmios de até R$ 200 mil, além de passagens aéreas nacionais e internacionais, a premiação visa estimular a cultura da eficiência no serviço público em benefício dos cidadãos.

Com as inscrições encerradas no dia 6 de setembro, a próxima etapa da premiação prevê a checagem de documentação e conformidade das 413 práticas inovadoras inscritas, conforme previsto em edital. Os vencedores do prêmio serão conhecidos no dia 12 de dezembro.

De acordo com o secretário adjunto de Planejamento e Gestão de Políticas Públicas, Sandro Brandão, a quantidade de práticas inscritas demonstra o quanto os servidores do Governo de Mato Grosso são inovadores e buscam a eficiência em seus processos de trabalho.

“Como responsáveis pelo prêmio, sentimos que a iniciativa cumprirá seu propósito de incentivar e promover a inovação em nosso Estado, assim como as demais atividades e projetos do Sistema de Inovação em Práticas Públicas do Estado (Sinova)”, acrescentou.

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Valorização de práticas inovadoras

Lançado em junho deste ano, o concurso busca reconhecer e valorizar práticas públicas inovadoras que foram implementadas no Estado a partir de 2021, em benefício da população, e que tenham gerado impactos positivos para a administração pública.

Puderam concorrer servidores públicos civis ou militares, empregados públicos e contratados – com vínculo ativo até o momento da inscrição. Para premiação foram disponibilizadas três categorias: Transformação Digital, Eficiência Pública e Satisfação do Cliente.

Os três primeiros colocados, além de receberem valores de R$ 150 mil a R$ 200 mil, também ganham passagens aéreas internacionais, com direito a acompanhante, e podem escolher entre América do Norte, Ásia, Europa e Oceania como destino. Os ganhadores que ficarem nas demais posições levam de R$ 40 mil a R$ 120 mil, e passagens aéreas para a América do Sul e outras regiões do Brasil.

Os projetos vencedores também serão acelerados pelo LabSin, o Laboratório Central de Inovações, para serem replicados em outros órgãos do Estado. O laboratório tem a missão de estimular o intraempreendedorismo e a inovação com foco nas pessoas e em um serviço público de qualidade, a partir da cocriação, experimentação, proatividade, tolerância ao erro, trabalho em rede e geração de valor público.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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