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Programa Corregedoria Participativa realiza visitas institucionais em Porto Esperidião

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O Corregedoria Participativa realizou visitas institucionais em Porto Esperidião, terça-feira (15), no segundo dia do Programa na região Oeste. Liderada pelo corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira, parte da comitiva fez visita ao prefeito, Martins Dias de Oliveira e ao procurador do município, José de Barros Neto, no Paço Municipal.
 
Entre os temas debatidos: a Semana Nacional da Regularização Fundiária – Solo Seguro.
 
A iniciativa é do Conselho Nacional da Justiça (CNJ) e coordenada nos estados pelas corregedorias. O prefeito informou que estava em negociação com o 1º Cartório de Registro de Imóveis de Porto Esperidião para o registro de alguns títulos no município. O corregedor-geral então se deslocou até o Cartório para se informar da possibilidade da entrega do documento entre 28 de agosto a 2 de setembro, durante a semana Nacional Solo Seguro. O magistrado foi recebido pelos funcionários da unidade extrajudicial e conversou por vídeochamada com a registradora do 1º Cartório de Registro de Imóveis, Rosangela Poloni, que estava em Cuiabá, devido a compromisso.
 
Em seguida o desembargador foi até a Delegacia, onde se encontrou com a juíza-auxiliar Christiane da Costa Marques, que estava reunida com o delegado Fabrício Garcia Henriques, para tratar de temas relativo à violência doméstica e proteção às crianças.
 
A agenda de visitas ainda contou com a ida ao núcleo do Ministério Público Estadual na Comarca. O corregedor-geral e a juíza-auxiliar foram recebidos pelo promotor Pedro Fagundes Bezerra, que acaba de assumir a Promotoria. “Vim de Rondônia há pouco tempo, e assumi na segunda-feira promotoria de Porto Esperidião. Para mim ver que a alta cúpula do Poder Judiciário está aberta ao diálogo é muito positivo, pois a harmonia dos atores do Sistema de Justiça é muito benéfica para a sociedade”, declarou.
 
“Em todas nossas agendas o recado é único: a Corregedoria está de portas e corações abertos para ouvirmos a sociedade, colhermos sugestões de melhoria e naquilo que for possível de ser feito, implantar”, afirma o desembargador Juvenal Pereira.
 
Público interno – A programação do programa Corregedoria Participativa começou pela manhã, com a tradicional foto da comitiva e integrantes da comarca. O registro do corregedor Juvenal Pereira acompanhado pelos juízes-auxiliares Christiane Costa Marques e Emerson Cajango, pelo coordenador da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ-TJMT), Flávio Paiva, pelos servidores que integram a comitiva e pelos servidores e juiz diretor da Comarca, Anderson Fernandes Vieira, foi realizado em frente ao Fórum de Porto Esperidião.
 
Em seguida, o corregedor homenageou o servidor Jorge Luís Carreiro, atual gestor geral do Fórum, que possui 23 anos de dedicação ao Judiciário, como o servidor mais antigo da Comarca. O prédio atual do Fórum, foi inaugurado em 2007, quando Emerson Cajango era juiz-diretor do Foro. “Agradeço muito a homenagem e mais ainda ao juiz Cajango que confiou no meu trabalho e mudou minha vida”, disse o servidor.
 
O juiz diretor Anderson Fernandes Vieira, disse que está há 10 meses na comarca, afirmou que sempre pede ajuda aos juízes-auxiliares da Corregedoria, poia na comarca há processos antigos. “Os auxiliares ajudam demais. Sabemos que os índices estão aquém do esperado, mas estamos abertos para acatar tudo que a corregedoria falar.”
 
O coordenador da CGJ-TJMT, Flávio Paiva, falou sobre a rotina de trabalho da Corregedoria e a o que o CNJ espera do Primeiro Grau e citou o filósofo Mário Sergio Cortella para motivar os presentes a focar no resultado e não nos problemas: “Faça o teu melhor, na condição que você tem, enquanto você não tem condições melhores, para fazer melhor ainda”.
 
A juíza-auxiliar Christiane Costa Marques Neves agradeço a recepção de todos vocês a comitiva. Falou sobre suas atribuições, a agenda na comarca. “Eu peço que sigam o Instagram da Comissão Estadual da Comissão Estadual Judiciária de Adoção @cejatjmt para acompanhar o trabalho com as crianças acolhidas aptas a adoção”.
 
A programação da manhã foi finalizada com a palestra motivacional proferida pelo juiz-auxiliar Emerson Cajango sobre Gestão de Gabinete, o magistrado também é responsável pelas correições nas unidades judiciais, que ocorrem paralelamente às visitas institucionais do Corregedoria Participativa.
 
A programação do programa continua na comarca de Cáceres. Na quarta-feira (16), estão previstas reuniões com a prefeita Antônia Dias; defensor público Antônio Goes de Araujo; promotora do Ministério Público Liane Amélia Chaves e a presidente da 3ª Subseção da OAB Cibele Simões dos Santos.
 
Na quinta-feira (17), haverá visitas institucionais e na sexta-feira (18), o programa encerra as atividades com a participação do corregedor-geral no Mutirão Pai Presente da Comarca e trabalhos correicionais.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: Foto 1 – Corregedor conversa por vídeochamada com a registradora do 1º Cartório de Registro de Imóveis. Foto 2 – Corregedor e juíza-auxiliar visitam promotor do município. Foto 3 Comitiva do programa posa com servidores e magistrado em frente ao Fórum.
 
Alcione dos Anjos
Assessoria de Imprensa da CGJ-MT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Conselho dos Juizados Especiais recebe diretoria da OAB para tratar da Súmula 52 e parcerias

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Foto vertical que mostra diversas pessoas sentadas em volta de uma mesa retangular, durante reunião do Conselho de Supervisão dos Juizados com representantes da OAB-MT.O Conselho de Supervisão dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais de Mato Grosso (CSJE) recebeu uma visita institucional de representantes da diretoria da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), na tarde de segunda-feira (6), no Complexo dos Juizados, para uma conversa sobre a Súmula 52 das Turmas Recursais e parcerias para capacitação na área de conciliação e mediação.
A reunião contou com a participação do presidente do Conselho de Supervisão, desembargador Sebastião de Arruda Almeida; do juiz coordenador do Conselho de Supervisão, Érico de Almeida Duarte; dos juízes membros Cláudia Beatriz Schmidt, Gonçalo Antunes de Barros, Hugo José Freitas da Silva, Lamisse Roder Feguri Alves Corrêa, Marcelo Sebastião Prado de Moraes, Patrícia Ceni dos Santos, Valdeci Moraes Siqueira e Valmir Alaércio dos Santos.
Representando a advocacia mato-grossense, compareceram a presidente da OAB-MT, Gisela Alves Cardoso; o procurador-geral da entidade, Helmut Daltro; o presidente da Comissão de Juizados Especiais, Fábio Nunes e o presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, Bernardo Riegel.
“Durante a visita institucional da diretoria da OAB ao Conselho, fizemos uma pequena reunião de trabalho, na qual foi postulada a possibilidade de análise e alteração da Súmula 52 das Turmas Recursais. E o que foi dito à diretoria, principalmente através da sua presidente, é que esse pleito, por se tratar de questão jurisdicional, o Conselho repassaria para o presidente das Turmas Recursais para, através da Turma de Uniformização dos Juizados Especiais, fazer a análise a respeito desse pleito da OAB”, disse o desembargador Sebastião Arruda.
O juiz coordenador do Conselho de Supervisão, Érico de Almeida Duarte, destaca a importância da visita institucional para o alinhamento de objetivos e propósitos e para contemplar a visão da advocacia acerca dos enunciados da Turma Recursal. “Especificamente o Enunciado 52 que, na visão da OAB, ao exigir o histórico de negativações de consumidores, nos últimos cinco anos, dificultaria o acesso e desequilibraria o ônus probatório. Diante disso, foi esclarecido, pelo CSJE, que a discussão tratava de matéria jurisdicional, possuindo o Conselho apenas função administrativa, e orientado a formular proposição de revisão do enunciado diretamente nas Turmas Recursais Reunidas, com as razões de reforma”, explica.
Foto vertical que mostra diversas pessoas sentadas em volta de uma mesa retangular, durante reunião do Conselho de Supervisão dos Juizados com representantes da OAB-MT.A presidente da OAB-MT, Gisela Cardoso, apresentou os impactos que a aplicação do enunciado tem gerado no acesso à Justiça, especialmente nas demandas consumeristas. “Viemos apresentar esse ponto de vista da advocacia e construir, de forma institucional e respeitosa, uma solução para a questão”, destacou.
Para o juiz Érico Duarte, por meio do diálogo foi possível compartilhar dificuldades e proposições. “Essas conversas sempre são a melhor solução, notadamente visando atender aos anseios dos advogados, defender a sociedade de demandas predatórias eventualmente incidentes, bem como, sobretudo, garantir a prestação jurisdicional eficiente e equilibrada ao cidadão que dela mais necessita”, avalia.
Parceria – Durante a agenda institucional, também foi reforçada a intenção do Judiciário de estabelecer parceria com a OAB-MT para a realização de eventos de capacitação que tratem dos métodos adequados de solução de conflitos, a exemplo da conciliação e da mediação.
“Visto que essa ação de mediação e conciliação está dentro do nosso organograma do Conselho de Supervisão e alinhada com o que o Tribunal de Justiça vem desenvolvendo. Tanto é assim, que saiu recentemente uma matéria informando que o nosso Tribunal de Justiça alcançou o primeiro lugar, entre os tribunais de médio porte, no quesito realização de audiências de conciliação. Mas nós não queremos apenas a realização da audiência de conciliação. Nós queremos também alcançar o resultado positivo, os acordos nessas audiências. Porque alcançando o acordo, com certeza nós estaremos resolvendo o processo e resolvendo o problema social instaurado através daquela lide”, avalia o desembargador Sebastião Arruda.

Autor: Celly Silva

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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