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Operação prende grupo criminoso que tentou matar cabeleireiro em Glória d’Oeste

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A Delegacia de Porto Esperidião deflagrou nesta sexta-feira (11.08) a Operação Dívida Espúria, para o cumprimento de 12 ordens judiciais contra um grupo criminoso que tentou matar um cabeleireiro, no mês de julho, na cidade de Glória d’Oeste, na região de fronteira.

Estão em cumprimento sendo oito mandados de prisão preventiva e quatro de busca e apreensão.

Na investigação, presidida pelo delegado Fabrício Garcia Henriques, a Polícia Civil apurou que quatro pessoas foram à residência da vítima para matá-la, em razão de uma suposta dívida com uma das suspeitas. O grupo estava com uma arma de fogo, mas os disparos não ocorreram pois os suspeitos não souberam usá-la. A perícia atestou que o armamento estava funcionando.

Com isso, o grupo criminoso utilizou pedaços de madeira para agredir violentamente a vítima, que foi golpeada na cabeça.

Durante as investigações, outros quatro suspeitos foram identificados como coautores do crime, sendo um deles o mandante. Também foi possível confirmar que todos integram uma facção criminosa que atua no tráfico de drogas e outros crimes, sendo que a dívida da vítima seria proveniente da venda de entorpecentes.

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“Desse modo, as prisões dessas pessoas são fundamentais para reestabelecer a paz social e assegurar a ordem pública”, assegurou o delegado.

A operação contou com o apoio de equipes policiais da Delegacia Regional de Cáceres e Delegacias de Araputanga e de Mirassol d’Oeste.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação da Polícia Civil mira membros de facção criminosa que atuam no norte de MT

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (30.6), em Sinop, a Operação Extensão para cumprir dois mandados de busca e apreensão domiciliar contra investigados por integrarem uma facção criminosa na região norte do Estado.

Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de até R$ 55 mil nas contas de um dos investigados, medida destinada a impedir a movimentação de valores supostamente vinculados às atividades criminosas.

Os mandados foram decretados pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Sinop, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco) de Cuiabá, que apuram os crimes de organização criminosa e lavagem de capitais.

O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop. A operação teve como alvo principal L.S.P., conhecido como “Sapateiro”, apontado como integrante da facção criminosa na região norte do Estado.

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Influência externa

As investigações tiveram início em 2024, quando o principal alvo da investigação foi transferido para o Presídio Federal de Catanduvas, no Paraná. Porém, mesmo custodiado, ele continuaria exercendo influência sobre as atividades da facção criminosa.

Segundo as apurações, os alvos das buscas desempenham funções estratégicas para a estrutura criminosa, executando ordens repassadas pela liderança da facção, seja na distribuição fragmentada de valores provenientes das atividades ilícitas, seja na operacionalização das ações necessárias para a manutenção e o fortalecimento do grupo criminoso.

Durante as investigações, também foram identificados indícios de uma estrutura composta por operadores responsáveis pela movimentação financeira, suporte logístico, habilitação de linhas telefônicas, ocultação patrimonial e utilização de terceiros para dificultar o rastreamento dos valores obtidos de forma ilícita.

Com base nos elementos colhidos, a Polícia Civil representou pelas medidas judiciais, que foram deferidas pela Justiça. As buscas têm como objetivo apreender aparelhos celulares, documentos, mídias e outros elementos que contribuam para o avanço das investigações, bem como identificar novos integrantes e fortalecer as provas relacionadas aos crimes investigados.

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Operação Extensão

O nome da operação faz referência à estratégia adotada pela facção criminosa de ampliar a atuação de sua principal liderança por meio de integrantes e pessoas interpostas que, mesmo sem vínculo direto e aparente com o líder preso, executariam suas determinações, permitindo a continuidade das atividades criminosas e estendendo a influência da facção na região.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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