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Novo procurador de Justiça toma posse nesta quinta 

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O promotor de Justiça Almir Tadeu de Arruda Guimarães tomará posse no cargo de procurador de Justiça nesta quinta-feira, 03 de agosto, durante reunião ordinária do Colégio de Procuradores. Ele foi promovido por antiguidade e ocupará a titularidade da 29ª Procuradoria de Justiça. A solenidade acontece às 9 horas e será transmitida pelo canal oficial do MPMT, no Youtube.

Sua história no Ministério Público de Mato Grosso começou há exatos 30 anos, quando ele foi aprovado no concurso público e assumiu sua primeira promotoria no município de Alto Araguaia (418 km de Cuiabá), onde respondia também por Alto Garças.

Dois anos depois, em 1995, por merecimento, saiu do Oeste de Mato Grosso e foi para o Norte do Estado, em Sinop, onde foi trabalhar na 2ª Promotoria Cível. Devido à proximidade, respondia ainda pela comarca de Sorriso.

Em 1997 outra promoção fez Almir Guimarães se descolar para a região Leste, indo para Barra do Garças, atuando na 4ª Promotoria Cível. Um ano depois, em 1998, era chegada a hora de ir para o Sul de Mato Grosso, Rondonópolis, onde respondeu ainda pelas comarcas de Itiquira e Guiratinga.

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Em 2000 outra mudança de endereço. Dessa vez seu destino foi Cuiabá, onde veio para ocupar a 26ª Promotoria Cível da Capital. Nestas três décadas de atuação Almir Guimarães deixa um legado enquanto promotor de Justiça, principalmente nas áreas de Direito de Família e Sucessões.  
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado a 40 anos de reclusão por feminicídio

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O Tribunal do Júri de Ribeirão Cascalheira (a 900 km de Cuiabá) condenou, na sexta-feira (2), A.A.F.G. a 40 anos e 10 meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo feminicídio de L.S.S. A acusação foi sustentada em plenário pelo promotor de Justiça Bruno Barros Pereira. O julgamento ocorreu com aplicação da Lei nº 14.994/2024, que elevou as penas para o crime de feminicídio.O Conselho de Sentença reconheceu a autoria e a materialidade do crime, bem como a qualificadora do recurso que dificultou a defesa da vítima. Também foram aplicadas as causas de aumento relacionadas ao emprego de arma de fogo de uso restrito e ao meio cruel utilizado na execução. Na sentença, o juízo negou ao réu o direito de recorrer em liberdade, manteve a prisão e determinou o início imediato do cumprimento da pena.Para o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, a condenação representa uma resposta firme do Sistema de Justiça a um crime marcado pela violência e pela discriminação de gênero. “Foi um caso emblemático para a região e uma resposta importante para a sociedade diante da gravidade dos fatos”, destacou.Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o feminicídio foi motivado pelo inconformismo do acusado com o fim do relacionamento extraconjugal mantido com a vítima. Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que o crime ocorreu em um contexto de menosprezo à condição de mulher, permeado por humilhação e sentimento de posse.As investigações apontaram que o réu decidiu matar a vítima horas antes do crime e se dirigiu armado até o local onde ela estava. Antes dos disparos, submeteu a mulher a uma situação degradante. Segundo a acusação, a vítima foi puxada pelos cabelos, obrigada a se ajoelhar e, em seguida, atingida por dois tiros no rosto.Bruno Barros Pereira ressaltou que as provas apresentadas em plenário demonstraram a violência extrema empregada na execução do crime e o desprezo do condenado pela condição feminina. “Os elementos levados ao julgamento evidenciaram a motivação de gênero e a crueldade da conduta, circunstâncias que foram reconhecidas pelos jurados e refletidas na pena aplicada”, afirmou.Processo 1000481-46.2025.8.11.0079.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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