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“Governo não tem medido esforços para investir cada vez mais na saúde em benefício de toda a população”, afirma secretário de Saúde

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O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, avalia que Mato Grosso vive um novo momento na Saúde, com repasses em dia, melhorias nas unidades de saúde, valorização do servidor e a construção de seis novos hospitais para atender a população.

Segundo o gestor, os investimentos expressivos que estão sendo realizados ao longo da gestão do governador Mauro Mendes têm melhorado de forma substancial a assistência em saúde no Estado, e a entrega dos novos hospitais e a realização do concurso público na Saúde vão contribuir ainda mais com a melhora na prestação de serviços.

“Com certeza, este deverá ser um dos maiores concursos a ser realizado pelo Governo de Mato Grosso. Faremos a contratação de 400 novos servidores, e manteremos uma lista reserva para caso o Estado tenha a necessidade de mais profissionais”, ressaltou.

Confira a entrevista na íntegra:

O Governo de Mato Grosso está construindo seis novos hospitais, sendo que dois estão localizados na Capital e estavam com as obras paralisadas há anos: o Hospital Central e o Júlio Muller. A previsão é de que as unidades comecem a entrar em funcionamento a partir do ano que vem. O mato-grossense vai de fato ver uma saúde melhor com esses novos hospitais?

Não há a menor dúvida sobre isso. Quando nós fizemos os estudos, no início da gestão do governador Mauro Mendes, nós identificamos vazios assistenciais e que precisaríamos fazer melhorias substanciais nos hospitais existentes, além de colocar em funcionamento novos hospitais.

O Hospital Júlio Miller, que está sob a responsabilidade da Universidade Federal de Mato Grosso, terá condições muito melhores para atender a população, já que será o maior hospital do Estado fisicamente. A obra estava parada no início da gestão, a Sinfra assumiu e agora a construção já está em franco desenvolvimento.

O Hospital Central, que é emblemático e estava com a obra abandonada havia 34 anos, será um hospital vocacionado e vai atender todo o Estado na alta complexidade.

Nós temos convicção que com esses dois hospitais, com os outros quatro regionais que estamos construindo em Alta Floresta, Juara, Confresa e Tangará da Serra, vamos melhorar a assistência em saúde no Estado de Mato Grosso.

O governador Mauro Mendes autorizou a realização de concurso para a Saúde depois de cerca de 20 anos sem um concurso na área. Para quando podemos esperar a abertura do edital?

Nosso planejamento é para que no mês de setembro seja contratada a instituição que vai coordenar o concurso, e muito provavelmente, até o final de setembro, no máximo início de outubro, façamos a publicação do edital para a seleção de 400 profissionais, muitos especialistas para a nossa rede, mas também com uma lista reserva para caso o Estado tenha a necessidade de mais profissionais. Com certeza este deverá ser um dos maiores concursos a ser realizado pelo Governo de Mato Grosso.

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O Governo lançou o programa Fila Zero na Cirurgia, com o objetivo de reduzir o tempo de espera de pacientes que precisam de procedimentos de média e alta complexidade. Como está a adesão dos municípios ao programa e quantas cirurgias já foram e ainda podem ser realizadas em todo Estado?

Esse é um dos maiores desafios enfrentados pelo Governo de Mato Grosso na gestão do governador Mato Mendes. Nós queremos, se possível, que nenhum paciente tenha que aguardar por mais de seis meses por um procedimento cirúrgico.
Nós temos, hoje, um número muito grande de pacientes que se acumularam ao longo do tempo nessa fila, e o Governo do Estado vai investir R$ 200 milhões para reduzir de forma substancial essa fila, com o programa Fila Zero.

Nós já aprovamos 8 planos de execução com parceria com municípios, com consórcios intermunicipais de saúde, o que simboliza R$ 105,9 milhões dos 200 milhões de reais destinados para esse programa.

Nessas propostas apresentadas já estão previstos 105 mil procedimentos, entre cirurgias, exames de alta complexidade, consultas, etc, e ainda pretendemos ampliar de forma substancial esse programa com o lançamento de um edital de credenciamento para que todas as entidades, sejam elas públicas ou privadas, possam contratualizar diretamente com o Governo do Estado, e a gente possa, de forma substancial, ampliar o atendimento a todos aqueles que aguardam por um procedimento de alta, de média e de baixa complexidade.

Os municípios também participam do programa Imuniza Mais MT, lançado em 2021 para que as prefeituras incentivem a vacinação. Como esse programa contribui com a segurança e a qualidade de vida da população?

Historicamente, o nosso país sempre teve altas taxas de cobertura vacinal. Antes da pandemia, éramos caso de sucesso mundial, exemplo para o mundo, mas, por evento da pandemia, tivemos queda substancial nas taxas de cobertura vacinal de todas as vacinas praticamente.

É muito importante essa iniciativa da população para não permitir a volta de doenças que já tinham sido erradicadas e para que a gente não sobrecarregue o sistema hospitalar devido à falta de proteção da população que não se vacina.

O Governo do Estado, o Ministério Público, Tribunal de Contas, enfim, diversas instituições estão, nesse momento, fazendo um grande esforço para atuar junto a gestores municipais e a população para que voltemos a valorizar as vacinas existentes no plano nacional e, por conseguinte, evitar uma corrida de pessoas aos postos de saúde, aos hospitais, por estados desguarnecidos.

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Para auxiliar, a SES tem duas unidades móveis que ficam à disposição para participar de programas nos municípios. Também estamos, nesse momento, desenhando uma nova iniciativa dentro do Programa Imuniza MT para que tenhamos, no mínimo, para cada município, uma unidade móvel para atendimento remoto em escolas e comunidades rurais, para que a gente possa avançar nas coberturas vacinais dentro do Programa Imuniza MT.

Secretário, na primeira gestão do governador Mauro Mendes a Secretaria de Saúde regularizou pagamentos de fornecedores e repasses aos municípios, e agora está modernizando os hospitais regionais e fazendo outros investimentos importantes. Como o senhor avalia as ações adotadas na área até o momento?

Nós reconhecemos que, dentro do princípio da melhoria contínua, ainda temos muito para melhorar. A saúde é complexa. Você resolve alguns problemas e as demandas surgem. O SUS é um gigante que tem um coração pequeno para bombear sangue para esse corpo todo, e a demanda pela saúde, de forma universal, é muito robusta. A Constituição diz que é um direito da população e obrigação do Estado, mas aquilo que foi instituído e pactuado no SUS não é condizente com a totalidade das demandas da população. Então, há um esforço contínuo.

Nós acreditamos que, ao modernizar as unidades de saúde, construir novos hospitais, prover os hospitais com medicamentos e materiais necessários para funcionarem, e ter a contratação de serviços especializados para atender a população, vamos melhorando gradativamente, e quando já tivermos colocando em operação esses seis novos hospitais, conseguiremos atender a população de Mato Grosso em sua quase totalidade.

Todos os nossos hospitais, as nossas unidades especializadas, os escritórios regionais já passam ou passarão por esse programa de modernização, e esperamos que até o final da gestão do governador Mauro Mendes nós tenhamos vencido esse grande desafio de construção de novos hospitais e reforma total das nossas estruturas.

E para os próximos anos, quais são os planos para a Saúde de Mato Grosso? O que a população pode esperar?

Pode esperar entregas substanciais já definidas no nosso plano de prioridade. Quero crer que a maioria dos hospitais comece a entrar em operação em 2025. O Hospital Central no próximo ano já entrará em operação, e as melhorias nos hospitais existentes permitirão que a gente ofereça à população um atendimento de qualidade como já está sendo naqueles hospitais que passaram pela modernização e pelas reformas.

O Governo de Mato Grosso não tem medido esforços para investir cada vez mais na saúde e amenizar o sofrimento daqueles que necessitam do SUS.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Sema promove primeira oficina do AdaptaCidades para fortalecer o planejamento climático dos municípios

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) realizou, nesta terça-feira (30.6), a primeira Oficina para Estruturação da Governança da iniciativa AdaptaCidades em Mato Grosso. Promovido por meio da Coordenadoria de Mudanças Climáticas e REDD+, o encontro reuniu representantes de municípios mato-grossenses escolhidos para participar da iniciativa, que busca auxiliar na elaboração dos planos municipais de adaptação à mudança do clima.

Durante a abertura do evento, foram entregues certificados simbólicos aos representantes de oito municípios que aderiram à iniciativa, sendo eles Cuiabá, ⁠Várzea Grande, ⁠Sinop, ⁠Cárceres, ⁠Tangará da Serra, ⁠Vila Rica, ⁠Juina e ⁠Lucas do Rio Verde. Os certificados oficializam o compromisso das prefeituras com o desenvolvimento das capacidades técnicas da governança local em combater os impactos das mudanças climáticas.

A secretária-adjunta de Licenciamento Ambiental e Recursos Hídricos da Sema, Lílian Ferreira dos Santos, destacou que a iniciativa fortalece o planejamento dos municípios para enfrentar eventos climáticos extremos e reduzir seus impactos sobre a população.

“Esse evento é importante para nós discutirmos a adaptação das cidades às mudanças climáticas, principalmente pensando em focos de escassez hídrica, risco de erosão e questão de queimadas. Nós trouxemos os municípios hoje para discutir, junto com o Ministério do Meio Ambiente, essa adaptação das cidades. Em Mato Grosso, dez municípios foram escolhidos como prioritários e oito deles já assinaram a carta de intenção. Inclusive, entregamos hoje esse certificado, que demonstra o interesse dos municípios em trabalhar de forma integrada com os órgãos estaduais e federais”, afirmou.

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A secretária-adjunta ressaltou que, além das ações voltadas à redução das mudanças climáticas, é fundamental preparar os municípios para responder aos seus efeitos.

“É importante que os municípios estejam preparados para casos como grandes enchentes ou grandes secas, eventos que podem afetar a população e impactar diretamente na qualidade de vida e na segurança das pessoas”, concluiu.

A oficina teve como principal objetivo orientar tecnicamente os municípios na estruturação da governança necessária para a elaboração dos planos municipais de adaptação à mudança do clima. Ao longo da programação, os participantes receberam orientações sobre a organização institucional do processo de planejamento e a articulação entre secretarias, conselhos e demais órgão locais.

O AdaptaCidades integra o Programa Cidades Verdes Resilientes, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério das Cidades (MCid). A iniciativa busca fortalecer as políticas públicas de adaptação e resiliência climática, promovendo a integração e a articulação entre governos, ampliando a capacidade técnica dos gestores públicos e apoiando a elaboração de planos locais para enfrentamento dos impactos das mudanças climáticas.

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*Com a supervisão da jornalista Clênia Goretth

Fonte: Governo MT – MT

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