Luiz Inácio Lula da Silva, durante reunião com o presidente dos Estados Unidos da América, Joe Biden.
Nesta quinta-feira (27), o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, anunciou que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, convidou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para participar de um evento conjunto sobre a “defesa do trabalho decente”. O encontro será realizado durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em setembro, logo após a abertura da reunião principal.
Segundo o ministro das Relações Institucionais, Biden busca lançar uma iniciativa global em prol do trabalho digno e com condições justas para os trabalhadores. O conceito de “trabalho decente” é parte integrante dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pela ONU em 2015, abrangendo indicadores como oportunidades de emprego, remuneração adequada e combate ao trabalho forçado e degradante.
A oportunidade para o evento conjunto surgiu durante a cerimônia de instalação da Comissão de Combate às Desigualdades do Conselho de Desenvolvimento Econômico Sustentável, conhecido como “Conselhão”. O convite do presidente norte-americano a Lula demonstra o interesse mútuo em fortalecer laços e promover ações a favor do trabalho justo e igualitário.
O ministro Padilha destacou que o Brasil tem histórico de abrir a Assembleia Geral da ONU, tornando o convite uma ocasião especial para lançar um compromisso global em defesa do trabalho decente. O evento contará com a participação e o apoio do presidente brasileiro, porque o atual governo quer passar a imagem de engajamento do país na busca por soluções que priorizem a valorização dos trabalhadores.
A expectativa do Planalto é que o encontro entre Biden e Lula marque um importante passo no fortalecimento das relações internacionais em torno da temática do trabalho digno. A união de esforços dos dois líderes em promover essa agenda global servirá como uma reafirmação do compromisso dos dois países com a justiça social e o respeito aos direitos fundamentais dos trabalhadores.
O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.
As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.
Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.
A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.
A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.
Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.
Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.
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