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Mais de 70% dos brasileiros já tiveram contato com golpes online

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Saiba como se proteger de golpes online
Unsplash/Jonas Leupe

Saiba como se proteger de golpes online

71% dos brasileiros tiveram contato com ao menos um crime virtual em 2022, de acordo com pesquisa da NordVPN. Destes, 37% sofreram mais de uma ameaça no ano.

O estudo também revela que a maior preocupação dos brasileiros são as fraudes financeiras envolvendo o Pix – para 75% dos entrevistados, esse tipo de golpe é considerado grave.

“15% dos brasileiros foram pessoalmente afetados por fraudes financeiras usando pagamentos através do Pix no ano passado”, afirma Daniel Markuson, especialista em segurança digital da NordVPN. “Além disso, a mesma quantidade de pessoas foi vítima de lojas falsas na internet e tiveram suas informações de cartão de banco roubadas”, completa.

Para evitar cair em golpes online, algumas dicas são essenciais. Confira:

  • Sempre desconfie de promoções muito atraentes ou com senso de urgência. Na dúvida, sempre confira a oferta nos canais oficiais da empresa;
  • Confira se a URL do site é a oficial da empresa que ele diz ser;
  • Não forneça seus dados pessoais ou de login antes de ter certeza de que um site é confiável;
  • Se receber o contato de um amigo ou familiar pedindo dinheiro, ligue para a pessoa antes de fazer qualquer transferência;
  • Sempre habilite a autenticação de dois fatores nas plataformas e redes sociais nas quais têm conta;
  • Não clique em links recebidos por email, WhatsApp, SMS ou redes sociais sem ter certeza de que eles são confiáveis;
  • Use senhas fortes e diferentes para cada serviço. Assim, se a informação de uma plataforma for roubada, os criminosos não terão acesso a todas as suas contas;
  • Utilize antivírus em todos os seus dispositivos, inclusive o celular – veja aqui boas opções gratuitas para Android.
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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; entenda

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira

O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.

Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.

Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.

De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.

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Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.

Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.

Pesquisa feita por cientistas que atuam em Stanford e Berkeley revelou que os modelos de linguagem desenvolvidos pela OpenAI apresentaram alterações significativas em seu desempenho ao longo de alguns meses.

Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.

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O Google liberou semana passada o acesso ao Bard no Brasil . A ferramenta, que concorre diretamente com o ChatGPT, está disponível em 40 idiomas, incluindo o português brasileiro.

O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.

Fonte: Tecnologia

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