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Celulares populares da Samsung não vão receber Android 14; veja lista

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Samsung deve lançar One UI 6.0 no fim do ano
Unsplash/Kote Puerto

Samsung deve lançar One UI 6.0 no fim do ano

Alguns celulares e tablets bastante populares da Samsung não devem receber a atualização para a One UI 6.0, baseada no Android 14.

Isso porque os smartphones mais recentes da fabricante adotam uma política de quatro atualizações, mas modelos lançados anteriormente recebem apenas três updates.

De modo geral, smartphones das linhas Galaxy S21, Galaxy A33, Galaxy A53, Galaxy A73 e posteriores têm direito a quatro atualizações. A seguir, confira a lista de modelos que não devem receber o Android 14, de acordo com o site SamMobile:

  • Galaxy S10 Lite
  • Galaxy S20 FE
  • Galaxy S20 / Galaxy S20+ / Galaxy S20 Ultra
  • Galaxy Note 10 Lite
  • Galaxy Note 20 / Galaxy Note 20 Ultra
  • Galaxy Z Flip (LTE/5G)
  • Galaxy Z Fold 2
  • Galaxy A22 (LTE/5G)
  • Galaxy A32 (LTE/5G)
  • Galaxy A51
  • Galaxy A71
  • Galaxy Tab A8
  • Galaxy Tab A7 Lite
  • Galaxy Tab S6 Lite (2020)
  • Galaxy Tab S7 / Galaxy Tab S7+

Em relação a smartphones e tablets mais antigos, todos que já pararam de ser atualizados (ou seja, não receberam o Android 13) também não receberão a nova versão. Atualizações de segurança serão mantidas, mesmo sem o update de versão do sistema operacional.

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A Samsung ainda não revelou a lista oficial de atualização e nem quando a One UI 6.0 chegará aos usuários. A liberação, porém, deve acontecer no final deste ano, começando pelas linhas Galaxy S e Galaxy Z.

Fonte: Tecnologia

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; entenda

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira

O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.

Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.

Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.

De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.

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Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.

Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.

Pesquisa feita por cientistas que atuam em Stanford e Berkeley revelou que os modelos de linguagem desenvolvidos pela OpenAI apresentaram alterações significativas em seu desempenho ao longo de alguns meses.

Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.

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O Google liberou semana passada o acesso ao Bard no Brasil . A ferramenta, que concorre diretamente com o ChatGPT, está disponível em 40 idiomas, incluindo o português brasileiro.

O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.

Fonte: Tecnologia

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