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Sucatas de Ferraris podem ser vendidas por mais de R$ 25 milhões

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Coleção abriga modelos icônicos da marca italiana
Reprodução – RM Sotheby’s

Coleção abriga modelos icônicos da marca italiana

Se uma Ferrari já é objeto de desejo de muitos colecionadores, o que dirá de três icônicos e raríssimos modelos como 500 Mondial Spider Series I de 1954, 250 GT Coupe Speciale de 1956 e 330 GT 2+2 “Series II by Pininfarina” de 1966 . E se eu disser que eles estão destruídos, mas valem milhões?

Apesar de se tratarem de unidades veneradas por entusiastas e fãs de carros clássicos, os três superesportivos não passam de um monte de sucatas. Os veículos foram descobertos, após o furacão Charley passar pela Flórida, danificando alguns dos exemplares, em 2004. Hoje, ganharam uma popularidade ainda maior após a casa de leilões RM Sotheby’s descobrir os três exemplares que fazem parte de uma coleção “Barn Find” ou “descobertas de celeiro”, denominada The Lost & Found Collection (achados e perdidos) .

Os carros, assim como outros modelos em melhor estado de conservação, serão leiloados durante o evento Monterey Car Week, na Califórnia (EUA), em agosto. No entanto, apesar de estarem em péssimo estado de conservação, valem uma fortuna devido à história envolvida.

O 500 Mondial Spider Series I de 1954 , por exemplo, é a segunda carroceria construída do modelo pela empresa de carrocerias italiana Pininfarina . Segundo o site de leilões RM Sotheby’s , foram fabricadas apenas 13 exemplares. Este, em especial, fez dupla com o ex-piloto da equipe Scuderia Ferrari Franco Cortese e o copiloto Perruchini que competiram em 1954 no Grande Prêmio de Mille Miglia, Targa Florio e Imola.

A Ferrari 500 Mondial Spider Series I de 1954 deve chegar ao valor de R$ 7,8 milhões
Reprodução – RM Sotheby’s

A Ferrari 500 Mondial Spider Series I de 1954 deve chegar ao valor de R$ 7,8 milhões

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Apenas o motor e o câmbio , com a devida documentação, acompanham a sucata que traz ainda todas as notas fiscais e demais certificados de homologação de fábrica. A casa de leilões espera arrecadar 1,6 milhão de dólares, algo na casa de R$ 7,8 milhões , por esta unidade que está apta a ser restaurada por quem der o lance milionário.

O modelo 250 GT Coupe Speciale de 1956 é ainda mais raro, apesar de se tratar de um exemplar mais novo. De acordo com o anúncio da casa de leilões, este é um dos apenas quatro carros construídos pela Pininfarina em 1956 com a carroceria ao estilo Superamerica . Quando 0 km, o modelo foi vendido ao Rei Mohammed V de Marrocos, pintado na cor azul Celeste com teto preto (Nero) e interior em couro natural “Connoly”.

O 250 GT Coupe Speciale é um dos quatro feitos pela Pininfarina de 1956
Reprodução – RM Sotheby’s

O 250 GT Coupe Speciale é um dos quatro feitos pela Pininfarina de 1956

Preserva ainda o motor V12 original . O seu valor estimado de venda é de 2,3 milhões de dólares, algo em torno de R$ 11,2 milhões , fazendo uma conversão direta.

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Por fim, mas não menos importante, está o 330 GT 2+2 Series II construído por Pininfarina em 1966 . A casa de leilões afirma que é um dos apenas 36 exemplares produzidos deste modelo em questão . Está equipado com faróis duplos, vidros elétricos e câmbio de cinco marchas, tudo original de fábrica, assim como a cor azul prateado (Azzurro) e interior em couro azul nuvem “Bleu Nuvola”. Vale destacar que o modelo também mantém o motor intacto, no caso, o 4.0 V12 “Colombo”.

A 330 GT 2+2 Series II é o único feito de 36 carros feito com volante à direita
Reprodução – RM Sotheby’s

A 330 GT 2+2 Series II é o único feito de 36 carros feito com volante à direita

O exemplar é o único produzido do lote de apenas 36 com volante à direita , e foi encomendado novo pela importadora Maranello Concessionaires de Surrey, Reino Unido, para ser entregue em Dar es Salaam, Tanzânia, na África Oriental.

Consultamos o site sobre o valor deste modelo e não encontramos, mas certamente, a julgar por ser um carro bem raro, arriscamos a dizer que deve ter um valor estimado entre 1,5 milhão e 2 milhões de dólares, ou algo entre R$ 7,3 milhões a R$ 9,7 milhões . E você? Se arriscaria a dar o lance e depois restaurar qualquer um destes esportivos? Caso sim, você está certo, pois eles valerão muito muito mais depois de restaurados, independentemente do custo envolvido nessa reconstrução.

Fonte: Carros

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

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Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

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2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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