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Manutenção predial: comarca de Matupá atenderá de forma virtual até dia 30 de julho

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Por conta de obras de reforma no prédio do fórum da comarca de Matupá, os servidores vão trabalhar de forma remota no período de 30/05/2023 à 30/07/2023.
 
Não haverá interrupção dos trabalhos, nem a suspensão de prazos processuais, posto que a reforma não trará impactos à acessibilidade dos sistemas PJe, SEEU, Cia e outros, além do que o atendimento será realizado pelos seguintes meios de comunicação:
 
Secretaria e Juizado Especial da Vara Única: (65) 99255-7351, e-mail mailto:[email protected] ou [email protected] (balcão virtual)
 
Assessoria da Vara Única: (66) 99239-8413, e-mailmailto:[email protected] ou [email protected]
 
Serviços presenciais: no intuito de facilitar o atendimento permanecerão funcionando de forma presencial os seguintes setores:
 
Secretaria da Vara Única: atendimento realizado pelo servidor plantonista, das 13h às 19 horas.
 
Sala passiva: das 13 às 19 horas.
 
Diretoria – Central de Atendimento: das 13 às 16 horas.
 
Audiências: as audiências designadas para o período de reforma serão realizadas na modalidade virtual, por videoconferência, com a comunicação e orientação dos participantes para acesso remoto. Os participantes que não possuírem recursos tecnológicos podem utilizar a sala passiva.
 
Comissão de regularização fundiária e Grupo Reflexivo para autores de violência doméstica e familiar contra a mulher, além da realização de depoimento especial e audiências concentradas ocorrerão na sede do Ministério Público da Comarca.
 
As obras são necessárias para intervenção no telhado, substituição do piso, reparos nas instalações hidrossanitárias, adequações elétricas, substituição de cabeamento e instalação de rede lógica e pintura do prédio.
 
 
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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