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Quer testar o Android 14 primeiro? Veja celulares compatíveis com beta

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Veja quais celulares podem acessar o Android 14 beta
Unsplash/Jonas Leupe

Veja quais celulares podem acessar o Android 14 beta

O Android 14, próxima versão do sistema operacional do Google que teve detalhes revelados nesta quarta-feira (10), ainda não tem data para chegar oficialmente a todos os smartphones, mas já está em fase de testes.

A fase de testes, chamada de beta, pode ser utilizada por qualquer pessoa que tenha um dispositivo compatível, embora seja mais usada por desenvolvedores que desejam adaptar suas aplicações ao novo sistema operacional.

O objetivo do Google com a versão beta do Android 14 é que os usuários deem feedbacks sobre as novidades, a fim de que a empresa faça melhorias antes do lançamento oficial.

Dentre os celulares vendidos oficialmente no Brasil, apenas dois podem acessar o Android 14 beta: o realme GT 2 Pro e o Xiaomi 12T. A seguir, confira a lista completa de dispositivos de várias fabricantes que podem acessar a novidade:

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Google

  • Pixel 4a (5G)
  • Pixel 5
  • Pixel 5a
  • Pixel 6
  • Pixel 6 Pro
  • Pixel 6a
  • Pixel 7
  • Pixel 7 Pro

vivo

  • X90 Pro
  • iQOO 11

Lenovo

  • Tab Extreme

Nothing

  • Nothing Phone (1)

OnePlus

  • OnePlus 11

Oppo

  • Find N2
  • Find N2 Flip

realme

  • realme GT 2 Pro

Tecno

  • TECNO CAMON 20

Xiaomi

  • Xiaomi 13 Pro
  • Xiaomi 13
  • Xiaomi 12T

Fonte: Tecnologia

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; entenda

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira

O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.

Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.

Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.

De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.

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Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.

Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.

Pesquisa feita por cientistas que atuam em Stanford e Berkeley revelou que os modelos de linguagem desenvolvidos pela OpenAI apresentaram alterações significativas em seu desempenho ao longo de alguns meses.

Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.

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O Google liberou semana passada o acesso ao Bard no Brasil . A ferramenta, que concorre diretamente com o ChatGPT, está disponível em 40 idiomas, incluindo o português brasileiro.

O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.

Fonte: Tecnologia

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