Mundo

Quênia: autópsia de vítimas de seita aponta falta de órgãos e tráfico

Publicado em

Pastor Paul Mackenzie Nthenge foi preso no Quênia
Reprodução

Pastor Paul Mackenzie Nthenge foi preso no Quênia

Autópsias feitas nos corpos de pessoas que participaram de uma seita de jejum no Quênia revelaram ausência de órgãos e indícios de tráfico, conforme documento judicial divulgado nesta terça-feira (9) pela agência de notícias AFP .

“Laudos de autópsia revelaram que faltavam órgãos em alguns corpos das vítimas que foram exumados até agora”, informou o documento. A nota ainda cita ” tráfico de órgãos humanos bem coordenado que envolve vários atores”.

Mais de cem corpos foram encontrados no mês de abril na floresta onde os fiéis se encontravam para a seite, que recomendava o jejum extremo para “conhecer Jesus”. A floresta de Shakahola fica perto da cidade costeira de Malindi. Segundo a Cruz Vermelha, 212 pessoas foram registradas como desaparecidas. Entre os cadáveres descobertos pelos investigadores, a maioria é de crianças.

Após a repercussão do caso, o presidente do Quênia, William Ruto, disse que vai agir contra aqueles que “usam a religião para promover uma ideologia obscura e inaceitável”, os comparando com “terroristas”.

Autópsias realizadas em 112 corpos mostraram que a maioria das vítimas da seita morreram de fome , após ter seguido os conselhos do pastor da Igreja Internacional das Boas Novas, Paul Nthenge Mackenzie.

No entanto, o laudo também apontou que algumas das vítimas foram estranguladas, golpeadas e afogadas.

Paul Nthenge Mackenzie foi preso e será processado por “terrorismo”, informaram os promotores.

Entre no canal do Último Segundo no Telegram e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo. Siga também o perfil geral do Portal iG.

Fonte: Internacional

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Mundo

Funcionários testam até 10 mil vapes por dia em fábrica; veja imagens

Published

on

Testagem aconteceu na China
Reprodução

Testagem aconteceu na China

O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.

As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.

Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.

A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.

A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.

Leia Também:  EUA: homem mata 4 dentro de banco e morre no local

Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.

Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.

Veja o vídeo


Quer ficar por dentro das principais notícias do dia? Clique aqui e faça parte do nosso canal no WhatsApp.



Fonte: Internacional

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA