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Renault registra novo SUV no Brasil

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Novo SUV da Renault é aguardado para 2024
Reprodução – AutoWeek

Novo SUV da Renault é aguardado para 2024

Não é novidade que a Renault prepara um novo veículo. Com o Captur sumindo das lojas e o Sandero , agora batizado apenas de Stepway , próximo de completar uma década de mercado, a marca francesa precisa de um novo veículo para atrair o público. A bola da vez será um SUV compacto .

Baseado no Sandero Stepway europeu , o principal rival do novo veículo será o Fiat Pulse , e o Renault terá dimensões bem próximas ao SUV fabricado em Betim. Na versão europeia são 4,09 metros de comprimento , 2,6 m de entre-eixos , 1,58m de altura e 1,75 m de largura . Para efeito de comparação, o Pulse tem a mesma medida de comprimento, 1,57m de altura, 2,53 m de entre-eixos e 1,77 m de largura.

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O design registrado no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) mostra um modelo bastante próximo ao “primo” europeu, onde o Sandero ainda é comercializado como Dacia .

O para-choque possui formato bem similar, entretanto, o modelo brasileiro contará com o farol em dois elementos , algo já apresentado na linha da Renault com o Kwid . O desenho das portas parece ser exatamente o mesmo do modelo europeu, com as principais diferenças ficando na dianteira e traseira da novidade.

Vale ressaltar também que toda a base do veículo contará com plásticos na cor preta , item já visto nas versões “aventureiras”, como a Stepway no caso da Renault e teto em cor contrastante , recurso visto em SUVs modernos, tais como Citroën C3 Aircross , Nissan Kicks e Fiat Pulse , eventuais rivais do novo SUV da Renault.

Lanternas tem formato de C e invadem a tampa do porta-malas
Reprodução – AutoWeek

Lanternas tem formato de C e invadem a tampa do porta-malas

Na traseira, o design é completamente diferente do modelo europeu. O para-choque é completamente novo, e possui uma boa parte em plástico preto, recurso utilizado para passar um ar aventureiro e de robustez para os modelos.

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O novo modelo é fruto do plano de investimento de R$ 2 bilhões programados para a fábrica de São José dos Pinhais (PR), confirmado em junho de 2022. O novo SUV irá utilizar a nova plataforma CMF-B e um inédito propulsor 1.0 turbo .

A ideia com o novo SUV é deixar o segmento de veículos de entrada , com modelos de mais volume e pouco lucro e apostar em produtos mais consolidados e de maior valor agregado, como é hoje a faixa dos SUVs acima dos R$ 100 mil .

A plataforma CMF-B é também utilizada pelo Renault Captur (a segunda geração do europeu), Clio , e Dacia Jogger , uma minivan que poderia ser uma opção interessante para responder o recém-lançado Citroën C3 Aircross .

Essa base ainda pode dar origem a veículos eletrificados , com versões híbridas plug-in . A Renault já oferece o Kwid em versão 100% elétrica , então, um modelo híbrido não parece tão distante, principalmente levando em conta a ideia da marca de explorar mercados de valor agregado mais alto, porém, isso ainda é especulação.

Fonte: Carros

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

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Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

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2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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