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Twitter vai rotular e restringir publicações com discurso de ódio

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Twitter muda forma de aplicar suas regras
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Twitter muda forma de aplicar suas regras

O Twitter anunciou nesta segunda-feira (17) uma mudança na forma como a rede social lida com conteúdos que veiculam discurso de ódio. Agora, a plataforma vai passar a reduzir o alcance dessas publicações, adicionando um alerta sobre a infração das regras.

De acordo com o Twitter, a nova moderação servirá para a rede social ir além apenas da possibilidade de derrubar um tuíte. Com o recurso, a plataforma consege reduzir o alcance de publicações que ferem as regras contra discurso de ódio, mas que não chegam a ser ilegais. “Acreditamos na liberdade de expressão, não na liberdade de alcance”, afirmou a empresa, em comunicado.

Além de diminuir a circulação de tuítes com mensagens de ódio, a plataforma também vai avisar que isso aconteceu. Essas publicações serão marcadas por um rótulo que informará os demais usuários que aquele conteúdo viola as regras do Twitter contra discurso de ódio.

“Embora inicialmente esses rótulos se apliquem apenas a um conjunto de Tweets que potencialmente violam nossa política de conduta odiosa, planejamos expandir sua aplicação para outras áreas de política aplicáveis ​​nos próximos meses”, informou o Twitter.

Na última semana, o Twitter esteve no centro de uma polêmica no Brasil por se recusar a excluir publicações que incitavam a violência em escolas. O Ministério da Justiça publicou, então, uma portaria obrigando as plataformas digitais a deletarem conteúdos que incentivassem massacres em escolas.

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; entenda

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira

O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.

Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.

Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.

De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.

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Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.

Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.

Pesquisa feita por cientistas que atuam em Stanford e Berkeley revelou que os modelos de linguagem desenvolvidos pela OpenAI apresentaram alterações significativas em seu desempenho ao longo de alguns meses.

Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.

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O Google liberou semana passada o acesso ao Bard no Brasil . A ferramenta, que concorre diretamente com o ChatGPT, está disponível em 40 idiomas, incluindo o português brasileiro.

O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.

Fonte: Tecnologia

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