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Land Rover quer produzir carros elétricos no Rio de Janeiro

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Nova geração do Range Rover é um dos modelos híbridos plug-in oferecidos pela marca no Brasil
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Nova geração do Range Rover é um dos modelos híbridos plug-in oferecidos pela marca no Brasil

A Land Rover , marca do segmento de Suvs de luxo , estuda mudar sua produção no Brasil de veículos a combustão para modelos 100% elétricos , segundo o diretor de estratégia e sustentabilidade do grupo Jaguar Land Rover, François Dossa.

Os planos foram revelados pelo executivo em entrevista para o Valor Econômico , a reportagem abordou a recente reunião do executivo com o vice-presidente da república Geraldo Alckmin , que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

A partir de 2030, o grupo Jaguar Land Rover deixará de fabricar veículos equipados com motores a combustão. Portanto, para não se desfazer dos quase 500 funcionários que emprega atualmente, a filial brasileira planeja reajustar seus produtos, para, inclusive exportá-los. Atualmente, 30% dos veículos SUVs pela Land Rover no Brasil são fabricados em Itatiaia .

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Na reunião com Alckmin, Dossa expôs o desejo da fabricante de que o governo estimule a produção de carros elétricos na próxima fase do programa Rota 2030 . Ele ainda afirmou que a unidade fluminense pode ser expandida para suportar uma demanda interna maior, e até exportar os modelos para os Estados Unidos , um mercado onde a JLR não conta com fábricas.

Além de fabricar modelos novos, Itaipava ainda conta com Clínica de Restauração para modelos clássicos como o Defender
Divulgação Jaguar Land Rover

Além de fabricar modelos novos, Itaipava ainda conta com Clínica de Restauração para modelos clássicos como o Defender

Outras empresas defendem a adoção de veículos híbridos , com motores a combustão aceitando etanol, mas Dossa discorda desse pensamento:

Mas quem garante que o consumidor vai encher o tanque com etanol? Ninguém pode obrigá-lo. Quando o carro ocupou o lugar da carruagem muitos diziam que não daria certo. Agora, na eletrificação, o Brasil ainda leva a vantagem da geração de energia limpa ”, afirma o executivo.

No Brasil, nenhuma marca de renome global optou por produzir carros elétricos , o mais perto disso são veículos híbridos , oferecidos por companhias chinesas.

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A BYD estuda a compra da filial que pertencia à Ford em Camaçari , na Bahia, enquanto a GWM , que está chegando com força no Brasil, já conta com uma fábrica em São Paulo, mas planeja produzir apenas veículos híbridos, assim como a também chinesa JAC .

Fonte: Carros

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

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Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

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2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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