A Secretaria de Desenvolvimento Econômico lançou nesta quarta-feira (29) o Programa Qualifica SP , iniciativa do Governo de São Paulo que vai oferecer mais de 120 mil vagas para cursos de qualificação na área de tecnologia da informação, com vagas exclusivas para mulheres e PcDs. Além disso, ao final do curso, aqueles que se formarem terão a oportunidade de concorrer a vagas de trabalho e estágio em empresas parceiras.
Um dos objetivos da ação é formar mão de obra especializada em áreas em que há déficit de profissionais, como no caso de TI, por exemplo. Segundo relatório da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom), até 2025 serão necessários mais de 540 mil novos trabalhadores no País.
Para essa primeira fase, os cursos serão realizados por meio de parcerias com três importantes empresas do segmento: a ADA Tech, que disponibilizou 60 mil vagas nos cursos “desenvolvedor de Software jr. e Softskills”; a Impacta, com 60 mil vagas em “engenharia de dados” e “desenvolvedor Backend”; e Softex, com 3 mil vagas de “desenvolvedor full stack e desenvolvedor mobile”. Ao todo, serão 7 mil vagas exclusivas destinadas às PcDs, 58 mil para mulheres e 58 mil para homens. Dentro deste quadro, o público negro terá prioridade.
O público-alvo do Qualifica SP varia de acordo com a designação de cada empresa parceira. No caso da ADA Tech, o curso é destinado a alunos do Ensino Médio da rede pública e formados até 21 anos. A Impacta requisita que o aluno esteja cursando o último ano escolar ou tenha finalizado o Ensino Médio, e a Softex busca alunos que estejam concluindo a formação de nível técnico ou superior e profissionais, desempregados ou não, que atuam ou gostariam de atuar na área de TI. Todos os cursos serão realizados de maneira remota.
Policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) estão no conjunto de favelas da Maré, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (13), para uma nova ação contra a lavagem de dinheiro do tráfico na região. A Polícia Militar e a Secretaria Municipal de Ordem Pública também participam da operação.
É a terceira fase da operação com o objetivo de dar continuidade às demolições de imóveis construídos pela organização criminosa, especialmente na comunidade do Parque União.
Empreendimentos
Conforme as investigações, há anos os criminosos usam a localidade para a construção e abertura de empreendimentos e, dessa forma, conseguem lavar o capital obtido com a venda de drogas. “Os agentes apuraram ainda a participação de funcionários de órgãos representativos da comunidade no esquema”, informou a Polícia Civil, em nota.
Na operação de hoje, os policiais recuperaram na Maré uma carga que havia sido roubada. Na terça-feira passada (13), durante a fase anterior da ação, a polícia localizou um apartamento de luxo usado por traficantes. O imóvel foi demolido.
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